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Houve redução de 3,960 MWm
Nos dez dias de paralisação dos caminhoneiros, o consumo de energia no Brasil foi 6,6% inferior ao planejado pelo sistema, de acordo com informações da EPE (Empresa de Pesquisa Energética).
Considerando que a carga média é de 60 mil megawatt-médios (MWm) houve uma redução de 3,960 mil MWm.

Tal carga é suficiente para abastecer 6,9 milhões de pessoas, pouco mais que a população do Rio de Janeiro, segundo um especialista do setor.
Entre as regiões, as que sofreram maior impacto em termos de redução de consumo de energia foram o Sul, com queda de 10,6%, e o Sudeste e Centro-Oeste, com 6,7%. No Nordeste, a queda foi de 4,1%, e no Norte, de 3,3%.

Fonte/pesquisa: https://noticias.r7.com/brasil/greve-de-caminhoneiros-faz-brasil-gastar-quase-7-a-menos-de-energia-31052018
Forças Armadas liberaram hoje acesso ao Porto de Santos (SP)

O governo federal anunciou nesta quinta-feira (31) que vai reduzir benefícios concedidos a exportadores e cortar investimentos nas áreas de saúde e educação, entre outras medidas, para bancar a redução de R$ 0,46 no preço do diesel vendido nas refinarias.

O corte no valor do diesel, que faz parte do acordo firmado com os caminhoneiros para encerrar a greve iniciada em 21 de maio, vai custar R$ 13,5 bilhões aos cofres públicos, segundo cálculos do Ministério da Fazenda apresentados ao longo da semana.

Dos R$ 0,46 de corte, R$ 0,16 virão da redução de impostos federais — sendo R$ 0,05 com a extinção da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) e R$ 0,11 com a redução no Pis/Cofins, ao custo de R$ 4 bilhões em perda de arrecadação.
Já os R$ 0,30 restantes serão subsidiados pelo Tesouro Nacional diretamente a Petrobras, ao custo de R$ 9,5 bilhões até o final do ano, por meio de "sobras" no orçamento federal.

Como pagar essa conta?
Em coletiva realizada hoje em Brasília, o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, afirmou que o impacto de R$ 13,5 bilhões nas contas públicas será absorvido principalmente com a redução da alíquota do programa Reintegra, voltado à exportação. O índice vai cair dos atuais 2% para 0,1%, o que vai render aos cofres públicos um montante extra de R$ 2,27 bilhões em 2018.

O Reintegra é um programa que devolve aos exportadores parte dos impostos gastos com exportações de produtos manufaturados, por meio de isenções no PIS/Cofins. A alíquota mais baixa siginifica que os exportadores receberão uma devolução menor e que uma parte maior ficará com o Tesouro Nacional.
No entanto, outras medidas compensatórias serão necessárias para cobrir o rombo, explicou Rachid, como a reoneração da folha de pagamento, que retirou benefícios concedidos a 39 setores produtivos — outros 17 setores irão manter as vantagens até dezembro de 2020, incluindo transporte de passageiros, construção civil, empresas de comunicação, call center, calçados, indústria têxtil, confecções, proteína animal, couro, tecnologia da informação, transporte rodoviário de cargas, máquinas e equipamentos e fabricação de veículos e de carrocerias.
A expectativa do governo é levantar R$ 830 milhões de reais em 2018 com a reoneração.

Secretários Gleisson Rubin (Planejamento) e Jorge Rachid (Receita) anunciam medidas

Secretários Gleisson Rubin (Planejamento) e Jorge Rachid (Receita) anunciam medidas

Marcello Casal Jr/Agência Brasil - 31.05.2018
Rachid anunciou também uma mudança na cobrança de IPI para concentrados de bebidas, que irá, na prática, encarecer a compra do insumo fabricado na Zona Franca de Manaus por empresas de refrigerantes como a Coca-Cola e a Ambev. Por essa via, o governo prevê R$ 740 milhões em 2018.
Também foi revogado o Reiq (Regime Especial da Indústria Química), com expectativa de levantar outros R$ 170 milhões neste ano. Com a investida, haverá a extinção do benefício de crédito presumido de PIS/Cofins e PIS/Cofins-Importação relativos a produtos destinados à indústria petroquímica, segundo a Receita.

Todas essas medidas já foram sancionadas pelo presidente Michel Temer e publicadas em edição extra do Diário Oficial da União de quarta-feira (30).
Ao todo, os recursos extras obtidos com o Reintegra (R$ 2,27 bilhões), a reoneração da folha (R$ 830 milhões) e o fim de benefícios para bebidas (R$ 740 milhões) e indústria química (R$ 170 milhões) cobrem exatamente os R$ 4,01 bilhões que deixarão de ser arrecadados com a redução de impostos federais sobre o diesel. No ano que vem, essas medidas somarão R$ 16,2 bilhões.

Saúde e educação para bancar subsídios
Já para fechar o subsídio de R$ 9,5 bilhões a Petrobras, o governo vai principalmente utilizar recursos que estavam "sobrando" no orçamento, além de cortar gastos que já estavam congelados por ministérios, decisão que atinge áreas como saúde e educação.

Os R$ 9,5 bilhões serão divididos da seguinte forma: R$ 6,2 bilhões que não estavam sendo usados porque extrapolam a emenda do teto dos gastos; R$ 2,1 bilhões correspondente a reserva de capitalização de empresas públicas; e R$ 1,2 bilhão em despesas extintas.

O secretário-executivo do ministério do Planejamento, Gleisson Rubin, afirmou que serão usados R$ 5,7 bilhões que sobravam no Orçamento em relação à meta de déficit primário (de R$ 159 bilhões).
No último relatório de receitas e despesas do Planejamento, outros R$ 471,4 milhões também foram indicados como recursos excedentes em relação à meta, mas haviam sido indicados para uso pela União pois seu direcionamento ainda respeitaria a regra do teto de gastos. Agora, contudo, esse montante também será utilizado para ajudar a cobrir a subvenção.

Serão ainda cancelados gastos de R$ 3,4 bilhões que estavam previstos no orçamento — sendo R$ 2,1 bilhões em reserva para capitalização de empresas públicas e R$ 1,2 bilhão despesas discricionárias (não obrigatórias), incluindo em áreas com saúde e educação.

Serão afetados programas de fortalecimento do SUS (Sistema Único de Saúde), concessão de bolsas, aquisição de áreas para a reforma agrária e policiamento de rodovias, entre outras áreas.
Segundo Rubin, o corte orçamentário foi pulverizado entre praticamente todas as pastas federais e se deu sobre despesas que já estavam bloqueadas.

— Esse cancelamento vai se dar na parcela dos recursos que estavam contingenciados [bloqueados], de modo que nós não teremos de solicitar devolução de recursos que já haviam sido destinados. Naturalmente, reduz o espaço de ampliação das dotações que estão consignadas atualmente.

Fonte/pesquisa: https://noticias.r7.com/brasil/incentivo-a-exportacao-e-cortado-por-acordo-com-caminhoneiros-31052018

Manifestantes protestam hoje na Refinaria Gabriel Passos, em Betim (MG)O ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), Sergio Etchegoyen, afirmou que "infiltrados" ainda mantêm alguns pontos de manifestação de caminhoneiros nas estradas brasileiras nesta quinta-feira (31).

Em entrevista coletiva em Brasília, Etchegoyen afirmou que a greve acabou há dois dias e que, desde então, o governo não trata mais com as lideranças da categoria para liberar os bloqueios e dispersar as manifestações que ainda continuam.

— Há dois dias já vínhamos dizendo que não lidamos mais com movimento de caminhoneiros, mas sim com bloqueios criminosos, até mesmo por infiltrados nas estradas.
O Porto de Santos, no litoral de São Paulo, e a Refinaria Gabriel Passos, em Betim (MG), ainda estavam parcialmente bloqueados na manhã de hoje, mas foram liberados com auxílio das Forças Armadas.

Segundo Etchegoyen, não há mais bloqueios nas estradas brasileiras, mas ainda é possível encontrar "concentrações". Segundo ele, são locais onde há "quantidade de caminhões juntos, reunidos, em determinado lugar, mas que não provocam interdição da pista".

— Essas concentrações significam para nós a necessidade de cuidar do trânsito. Hoje é feriado, então hoje vão para as estradas pessoas que não estão acostumadas no dia a dia a estar em estradas.
O chefe do Estado Maior das Forças Armadas, almirante Ademir Sobrinho, também afirmou na coletiva que não há registro de bloqueios em rodovias federais até as 12h de hoje.

— Nós estamos chegando ao fim. Todas as rodovias estão com tráfego normal.
Sobrinho também confirmou a manutenção de "poucos pontos de aglomerações". A informação contraria o boletim divulgado pela PRF (Polícia Rodoviária Federal) às 11h, que "não registra pontos de aglomeração de pessoas e veículos em áreas próximas às rodovias federais ou qualquer outra anormalidade no fluxo normal de veículos".

Uso das Forças Armadas
Durante os cinco dias de atuação das Forças Armadas nas manifestações dos caminhoneiros, o governo priorizou o fornecimento de necessidades essenciais à população, explicou o almirante Sobrinho, o que "permitiu que o abastecimento voltasse à operar com normalidade".
Ele disse, no entanto, que foi necessário o uso da força em algumas situações, mas sem violência.
— Evitamos ao máximo o confronto, mas em alguns pontos tivemos que usar a força. Mas jamais usamos a violência.
Etchegoyen lamentou a morte de um caminhoneiro em Rondônia, mas comemorou que não foi necessário usar a violência contra manifestantes.
— Temos muito a celebrar que o governo e suas forças federais não foram foco de violência, ou alteração no uso da força. O uso da força não é necessariamente o uso da violência. Há protocolos, técnicas que foram usadas pelas forças. Vem de disposição que desde o início foi demonstrada, de diálogo, negociação e só depois agir coercitivamente se necessário.
Locaute
Etchegoyen declarou ainda que um empresário foi preso por suspeita de incentivar a paralisação de caminhoneiros iniciada em 21 de maio.
— Hoje pela manhã tivemos a primeira prisão preventiva de um empresário pelo exercício de locaute, bastante envolvido em ações [da greve].
A participação de empresários em uma greve, prática conhecida como locaute, é proibida pela legislação.
O general não informou o nome do empresário e nem a empresa, só disse que a prisão foi no Rio Grande do Sul. Ele explicou que a Polícia Federal mantém nome e empresa sob sigilo.
Fiscalização
O ministro substituto da Justiça, Claudenir Brito Pereira, afirma que haverá um trabalho conjunto de fiscalização para que a redução de R$ 0,46 no preço do diesel chegue aos postos de gasolina. O ministro Carlos Marun afirmou na quarta que a redução entrará em vigor a partir desta sexta-feira (1º) nas refinarias.
Os postos que praticarem abusos de preços serão repreendidos com multas que podem chegar a R$ 9 milhões, suspensão temporária das atividades, interdição dos estabelecimentos e cassação das licenças.
— O próprio setor já assumiu o compromisso de fazer essa redução. Isso deve ocorrer. É claro que estamos diante de uma economia sofisticada e isso não vai acontecer hoje, no dia da implementação da medida.
O grupo de fiscalização será formado por Ministério da Justiça, Ministérios Públicos dos Estados, Procons, ANP e AGU.


Fonte/pesquisa: https://noticias.r7.com/brasil/ministro-diz-que-nao-ha-mais-bloqueios-mas-protestos-continuam-31052018
Ministro afirma que governo fez o "necessário"
O ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Sergio Etchegoyen, afirmou que quem apoiava a greve dos caminhoneiros "teria sua cota de participação no financiamento" das solucões. O ministro disse que "o governo não produz dinheiro, ele arrecada recursos pelos instrumentos que tem para arrecadar".

"Obviamente, quem apoiava a greve e apoiava soluções, teria sua cota de responsabilidade, de participação no financiamento disso. Que no final, somos nós contribuintes e nisso inclui até mesmo os caminhoneiros", disse.

Etchegoyen diz que a expectativa é que a redução do preço do diesel seja revertida em algum tipo de benefício ao consumidor, por meio da redução do frete dos caminhões. Entretanto, diz que é "inevitavel que vai haver reflexos do ponto de vista do consumidor, do contribuinte".
"O retorno que nos esperamos para a população é que o recalculo das planilhas em função do recálculo do custo dos fretes reflita também de alguma maneira a vantagem ou beneficio com o que os caminhoneiros ganharam nesse movimento", afirma o ministro.

O ministro afirma que o governo atuou na medida do necessário para resolver e atender às demandas dos caminhoneiros. Para ele, a atuação "não foi além do que é responsabilidade com o restante da população exigia".


Fonte/pesquisa: https://noticias.r7.com/brasil/ministro-diz-que-populacao-apoia-pagar-custos-da-greve-31052018
Ministro pede ajuda da população para fiscalizar
Mais de 1,3 mil postos de combustíveis já foram fiscalizados pelo país e cerca de 500 foram autuados por aumento abusivo de preços ou crime contra a economia popular.
A informação é do ministro substituto da Justiça, Claudenir Brito Pereira. A paralisação dos caminhoneiros iniciada no dia 21 de maio prejudicou o abastecimento de combustíveis em vários locais do país e há relatos de postos que chegaram a cobrar R$ 9,99 pelo litro da gasolina.
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De acordo com Pereira, a prática é proibida pelo Código de Defesa do Consumidor e os órgãos de fiscalização estão atuando para coibi-la. A partir de agora, com o compromisso do governo de reduzir R$ 0,46 no preço do litro do diesel, a fiscalização será intensificada.

“Nesse momento, quando se faz necessário esse espelhamento do preço das refinarias nos postos, nossa atuação deve continuar”, disse. Ele informou que a partir desta sexta-feira (1º) será iniciado o trabalho integrado de uma rede nacional de fiscalização.

Segundo Pereira, essa rede será formada pelo Ministério da Justiça (por meio da Secretaria Nacional do Consumidor), Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), ministérios públicos estaduais, Procons, ANP (Agência Nacional do Petróleo) e pela AGU (Advocacia-Geral da União). “Em um primeiro momento, a fiscalização será preventiva, que pode chegar a consequências repressivas”, disse o ministro. “Tudo para que possamos verificar se esse desconto está chegando nas bombas de combustível”.

O Código de Defesa do Consumidor, conforme Pereira, permite autuações que vão de multas, que podem ultrapassar R$ 9 milhões, suspensão temporária das atividades, interdições dos estabelecimentos e até mesmo cassação de licenças.

Apoio dos caminhoneiros
O ministro substituto da Justiça pediu ainda o apoio da população e dos caminhoneiros para que sejam identificados os abusos de preços, já que há mais de 40 mil postos de combustíveis no país. Mas, de acordo com ele, o próprio setor do comércio de combustíveis está envolvido na solução da questão e já assumiu compromissos de reduzir em R$ 0,46 o preço do diesel.
A partir de amanhã, os postos mais próximos das distribuidoras devem estar com os novos preços.
Pereira e outros ministros do gabinete de monitoramento da paralisação dos caminhoneiros estiveram reunidos na manhã hoje (31) no Palácio do Planalto. O presidente Michel Temer também participou da reunião.


Fonte/pesquisa: https://noticias.r7.com/brasil/cerca-de-500-postos-foram-autuados-por-aumento-abusivo-de-precos-31052018
Petroleiros reunidos hoje na Refinaria Alberto Pasqualini, em Canoas (RS)

A FUP (Federação Única dos Petroleiros) orientou os sindicatos filiados a suspenderem a greve de 72 horas iniciada na madrugada de quarta-feira (30), segundo nota divulgada pela federação nesta quinta-feira (31).

A entidade acusou o TST (Tribunal Superior do Trabalho) de "criminalizar" o movimento sindical, ao considerar a greve ilegal e determinar a aplicação de multa em caso de descumprimento — primeiro, foi determinada penalidade de R$ 500 mil por dia, mas o valor seria depois elevado a R$ 2 milhões por dia.
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"A decisão do TST é claramente para criminalizar e inviabilizar os movimentos sociais e sindicais. Diante disso, a FUP orienta os sindicatos a suspenderem a greve", diz um trecho da nota, publicada no site da FUP.

"O TST joga o jogo do capital e não deixaria barato a greve dos petroleiros. As multas diárias de R$ 500 mil saltaram para R$ 2 milhões, acrescidas da criminalização do movimento", continua o texto.
Os sindicatos reunidos na FUP decidiram por fazer uma greve na semana anterior à da segunda-feira, dia 21, quando começaram os protestos de caminhoneiros país afora. Na decisão inicial, a entidade sindical não determinou uma data para o início da paralisação. Com o crescimento do movimento dos caminhoneiros nas estradas, a FUP se reuniu no sábado passado e decidiu convocar uma paralisação de advertência por 72 horas.

Na terça-feira, véspera do início da greve, o TST considerou a paralisação ilegal pela sua "natureza política e ideológica". Na quarta-feira, foi aumentada de R$ 500 mil para R$ 2 milhões a multa diária cobrada de 18 entidades sindicais. A greve também foi apoiada pela FNP (Federação Nacional dos Petroleiros).

"Antes do protesto legítimo dos caminhoneiros contra os preços abusivos do diesel, a FUP e seus sindicatos já haviam aprovado uma greve nacional para deter a escalada descontrolada de aumentos do gás de cozinha e dos derivados, cobrando a retomada da produção a plena carga das refinarias e o fim das importações de derivados", diz a nota da FUP.
 
Além de mudanças na política de preços da Petrobras, a lista de reivindicações da greve dos petroleiros inclui a demissão do presidente da estatal, Pedro Parente, e a suspensão do programa de venda de ativos por parte da petroleira. Não há demandas de caráter trabalhista, como aumento de salários ou redução de jornadas. Esse argumento foi apresentado ao TST pela direção da Petrobras, que teve o pedido de liminar contra a paralisação aceito.

Ao longo da quarta-feira, até a noite, os petroleiros desafiaram a decisão do TST. Das 52 plataformas mantidas pela Petrobras, 25 aderiram à greve, e, das 15 refinarias, em 10 houve mobilizações. Durante todo o dia, trocas de turnos foram atrasadas e equipes de contingência assumiram as atividades dos grevistas, garantindo a continuidade das operações. O abastecimento de derivados de petróleo não chegou a ser comprometido.

A FUP classificou a decisão de suspender a greve de "recuo momentâneo e necessário para a construção da greve por tempo indeterminado". "Essa grave violação dos direitos sindicais será amplamente denunciada", diz a nota.


Fonte/pesquisa: https://noticias.r7.com/brasil/federacao-orienta-sindicatos-a-suspenderem-greve-de-petroleiros-31052018